Noticias

Convocação de Assembléia Geral Ordinária - Sócios Casa de Saúde Campinas

08/03/2017

Fonte (Jornal Correio Popular - 08/03/2017)

Jornada de Fisioterapia Hospitalar da Casa de Saúde Campinas

23/08/2016

Fonte (Jornal Correio Popular - 22/08/2016)

Casa da Saúde Campinas contrata MV

22/08/2016

Com quase 136 anos, hospital busca melhorias com apoio da TI

A reconhecida e respeitada Casa de Saúde Campinas, localizada no município de Campinas-SP, é agora cliente MV. O hospital com 150 leitos, que possui quase 136 anos e carrega em sua história o pioneirismo do transplante renal no interior do Estado, vai adotar o SOUL MV para aprimorar e melhorar a gestão hospitalar e aumentar a precisão e a segurança nas informações, minimizando, assim, retrabalhos nos processos internos.

Utilizando, atualmente, um software que não atende todas as necessidades da instituição, retrabalhos constantes fazem parte da rotina dos profissionais. “Quando o setor de compras realiza uma aquisição, é preciso redigitar as informações para o Financeiro e para a Contabilidade”, comenta Eliane Brito, gerente geral do hospital. Com a implantação do sistema MV, iniciada neste mês, a Casa de Saúde Campinas vai integrar todos os setores, centralizar informações para facilitar a tomada de decisões, reunir em um único ambiente dados clínicos dos atendimentos a pacientes e otimizar processos.

Outro desafio enfrentado no hospital é a morosidade para verificação de glosas. “Como não há integração entre as contas a receber e o Faturamento, o processo de solicitação de recurso de glosa é prejudicado e até pode ser perdido”, diz a gerente. Além disso, processos manuais dificultam o acesso a informações seguras. Nas enfermarias, por exemplo, a devolução de materiais e medicamentos para a farmácia não é automatizada. Consequentemente, o confronto entre a conta faturada, o consumo real e a devolução do que não foi utilizado fica prejudicado.

Para a diretoria do hospital, a MV foi a empresa escolhida para auxiliar o hospital a vencer os desafios existentes por ser sólida, reconhecida e por apresentar como diferencial a facilidade de uso do sistema pelas equipes médicas. Após a implantação das soluções MV em todos os setores, a expectativa é que a gestão da Casa de Saúde Campinas tenha acesso a diversos indicadores de maneira fácil e ágil. Dentre os quais, contas faturadas x não faturadas, valor faturado x valor recebido, tempo de faturamento da conta, percentual de glosas, recursos aceitos, volume de compras x dispensação, percentual de acuracidade dos estoques, percentual de ocupação e ociosidade, satisfação dos clientes e muitos outros.

Fontes (Casa de Saúde Campinas / MV - 04/08/2016)


GRIPE H1N1

06/04/2016





Fonte (Casa de Saúde)

Fechar
Veja mais

Casa de Saúde e Hospital Albert Einstein anunciam parceria.

09/03/2016

A Casa de Saúde de Campinas passa a fazer videoconferência on-line em parceria com o Hospital Albert Einstein, de São Paulo, para trocar experiências com especialistas de diversas áreas. Por mês, dez reuniões poderão ser agendadas e a escolha dos quadros a serem debatidos será de acordo com a complexidade. É o primeiro hospital da cidade a ter esse serviço, que começará na próxima quinzena. O primeiro teste foi realizado nesta quarta-feira (9) para as equipes entenderem o procedimento. “Com essa ferramenta não vamos precisar aguardar por congressos para nos atualizarmos a respeito de determinado assunto. E o Einstein é referência em pesquisas”, disse o coordenador do setor de fisioterapia da Casa de Saúde, Paulo Eduardo Campos. Para o coordenador do centro cirúrgico, Mário Cavaliere, esse sistema vai contribuir para a atualização dos protocolos já trabalhados no hospital. “Como eles já têm protocolos prontos a respeito de alguns casos, nós vamos conseguir nos embasar e adaptar para nossa realidade”. De acordo com o coordenador médico do Serviço de Telemedicina do Albert Einstein, Milton Steinman, a ferramenta existe há uma década e tem duas finalidades principais, a educacional, para transferir conhecimento, e a assistência direta ao paciente. “É uma boa solução também para os casos considerados mais graves e cirurgias, principalmente em plantões, em que, muitas vezes, o médico não tem determinada expertise”. O sistema também ajuda a ter uma melhor resposta para os casos e de maneira ágil. “A segurança em relação ao atendimento também aumenta já que especialistas no assunto vão acompanhar e discutir os quadros dos pacientes.

Fonte (Jornal Correio Popular)

Nova Clinica terá preços acessíveis

28/02/2016

Fonte (Jornal Correio Popular)

ZIKA Vírus

02/02/2016





Fonte (Casa de Saúde)

Fechar
Veja mais

Homenagem ao dia do médico

18/10/2015





Fonte (Jornal Correio Popular - Casa de Saúde)

Fechar
Veja mais

Novo Centro de Referência em Litotripsia

12/08/2015



Fonte (Jornal News - Casa de Saúde)

Fechar
Veja mais

SEJA UM DOADOR

05/08/2015

Ao doar sangue, você pode ajudar a salvar muitas vidas, mais que um ato de amor é “solidariedade” ao próximo.
Em muitos casos a transfusão sanguínea é a única esperança de vida.
Doar, dura em média 20 minutos e a cada doação você pode ajudar até três vidas.
Seja um doador e colabore com o banco de sangue mais próximo de você.

Confira abaixo, alguns requisitos básicos para ser um doador:
• Estar em boas condições de saúde;
• Ter entre 16 e 69 anos;
• Pesar mais que 50kg;
• Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas);
• Não estar em jejum, evitar alimentos gorduros nas 4 horas que antecedem a doação;
• Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial;
• Lembre-se após a doação é preciso evitar exercícios físicos por 12 horas e aumentar a ingestão de líquidos.

Mas, existem alguns 'Impedimentos Temporários':
• Se você está resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas;
• Em período gestacional;
• Mães recentes com até 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana;
• Amamentando;
• Teve ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação;
• Fez alguma tatuagem nos últimos 12 meses;
• Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses;
• Se você é de regiões como: Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são estados onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses.

E outros 'Impedimentos que são considerados como definitivos' e nestes casos não deverão ser doadores:
• Hepatite após os 11 anos de idade;
• Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças infecciosas transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas;
• Uso de drogas ilícitas injetáveis;
• Malária.
Lembrando que os impedimentos sejam eles temporários ou não, ajudam a proteger o doador e o receptor do sangue. Não os omita, pois fazendo isso, você coloca a sua vida e a do paciente em risco.


Fechar
Veja mais

SAÚDE DO HOMEM

04/08/2015

Que o homem evoluiu não é novidade. A busca pelo cuidado com o corpo e a mente, hoje, são muito mais relevantes!
Foi comprovado em uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2007 que os homens são minoria quando o assunto é visita ao médico.
Estar de olho na saúde, também deve ser coisa do homem moderno.
Algumas doenças podem ser facilmente tratadas, por isso, faça exames regularmente e esteja em dia com a sua saúde.

Confira abaixo, alguns exames básicos que você deve fazer uma vez ao ano:
- Exames de sangue para verificar os níveis de colesterol total e frações, triglicérides, glicemia e insulina;
- Função hepática;
- Ácido úrico;
- Dosagem da enzima PSA;
- Colonoscopia;
- Toque retal;


Fechar
Veja mais



Um hospital em função do bem estar

02/07/2015

Alento, atenção e cuidado. É nele onde a maioria das pessoas que sofrem por si ou por outras pessoas próximas, procuram por profissionais que possam aliviar suas aflições e aumentar suas esperanças.

Porque sim, é um espaço onde não há distinção de fé, onde todos estão unidos por um único objetivo. E se seus corredores falassem, quantas histórias não haveriam de contar. Construído bloco a bloco, tijolo a tijolo, mas sua essência sim feita por homens e mulheres que trabalham em prol da qualidade de vida e a saúde do próximo. Pessoas que tem compromisso com o cuidado e bem estar, colocando a vida de outros muitas vezes na frente de suas próprias, deixando rotina, casa e família por paixão ao que fazem e que se resume a uma palavra: servir!

Hospital não é sé onde existem paredes e um teto, mas sim onde existe uma comunhão de pessoas por um único ideal. E por isso, neste dia a Casa de Saúde de Campinas não quer só lembrar do Dia do Hospital, mas também parabenizar a todos que fazem parte dele e que tem em sua profissão uma missão. É parabenizar desde aquele que cuida da higienização e limpeza do ambiente, ao que administra e está em contato com o público e aos médicos, que são responsáveis também pela edificação e reforço de tais colunas que o sustentam.

Fechar
Veja mais

Notícias Correio Popular

19/04/2015



Fonte (Jornal Correio Popular dia 19/04/2015)

Fechar
Veja mais

Eleito por unanimidade

02/04/2015

O empresário José Eduardo Cobucci foi eleito nesta quinta-feira 26/03/2015 , por unanimidade, o novo presidente da Casa de Saúde de Campinas. Eles já estava no quadro de direção da unidade como primeiro-tesoureiro e agora assumirá o posto de comando. A posse da nova diretoria é imediata. Cobucci afirmou que pretende modernizar e trazer novas tecnologias ao hospital durante os três anos em que permanecerá na presidência. A unidade deve receber em breve equipamentos de última geração para a realização de diversos procedimentos.

Fonte (Jornal Correio Popular dia 27/03/2015)



Primeira cirurgia com o novo Arco Cirúrgico

23/01/2015

Aconteceu hoje, 23/01/2015, a primeira cirurgia com o novo "Arco Círúrgico" da Siemens, importado da Alemanhã, considerado o melhor e mais moderno do mundo, adquirido pela Casa de Saúde Campinas e está disponível em nosso Centro Cirúrgico, em parceria operacional com a RCC – Radiologia Clínica de Campinas.

O Arco Cirúrgico possui flexibilidade avançada, o que o torna muito útil durante um procedimento cirúrgico. Seu tamanho também permite que seja usado em conjunto com outros equipamentos hospitalares. É uma espécie de Raio-X móvel, podendo ser utilizado por ortopedistas, neurocirurgiões e cardiologistas.

Investimento de US$ 169.000.

Fechar
Veja mais

Casa de Saúde de Campinas é pioneira em cirurgia

14/11/2014

Hospital de Campinas foi o primeiro do Estado a realizar técnica com balão dilatador em ouvido

Uma equipe de otorrinolaringologistas comandada pelo médico Adriano Rezende realizou na última semana um procedimento cirúrgico inédito de dilatação da tuba auditiva por meio de um balão dilatador específico, conhecido também como Balão de Eustáquio. A técnica foi desenvolvida na Alemanha e o paciente operado, um médico oftalmologista de 63 anos, relata que voltou a ouvir com perfeição. O procedimento foi realizado na Casa de Saúde de Campinas e durou 30 minutos. Segundo o cirurgião otorrinolaringologista, a cirurgia é indicada para pacientes com doença crônica da tuba.

O procedimento havia sido realizado antes apenas no Estado do Rio de Janeiro. Conforme o médico, a tuba auditiva é um canal que comunica o ouvido com o nariz, responsável por controlar a pressão dentro do ouvido e a drenagem de secreção. “O problema na tuba ocorre quando ela deixa de cumprir sua função de controlar a pressão ou retém a secreção e aí vêm as infecções.” Segundo o médico, a causa pode ser genético ou por infecções. “Ocorre com maior frequência em pessoas com histórico de infecção de ouvido, rinite e sinusite.” A disfunção da tuba também ocorre com bastante frequência em pacientes que fazem viagens frequentes de avião.

Além da dor, as consequências para o paciente são perda de audição, infecções constantes de ouvido, sensação de pressão e perda da qualidade de vida. O problema pode acometer crianças e adultos, mas o médico ressalta que, no Brasil, a indicação da cirurgia é apenas para adultos que já tenham colocado dreno mais de uma vez, o que era o caso do médico Cleso José Mendes de Castro Andrade, que havia colocado dreno no ouvido três vezes.

Rezende explica que o procedimento consiste na introdução do balão por meio de um cateter que passa por dentro do nariz sob visualização de vídeo, que leva a sonda no ponto certo. “A gente passa o balão, murcho, e depois insufla com pressão correta. O procedimento vai dilatar a tuba.” O paciente recebe anestesia geral, com duração menor, já que o procedimento é rápido e sem corte.

Normalmente, segundo o médico, o problema da tuba é resolvido com um procedimento só. Rezende ressalta que a grande vantagem do procedimento trazido da Alemanha é que ele trata a causa do problema, que é o canal fechado. A técnica utilizada comumente para dilatar a tuba era por meio da colocação de drenos.

O paciente José Mendes, conta que foi internado às 11h e às 16h já estava em casa e, o melhor, ouvindo bem. “Antes da cirurgia eu ouvia mal, tinha a sensação de ouvido pesado, de quando a gente mergulha ou sobe a serra. Incomodava bastante.”


Médico Adriano Rezende, que comandou a equipe que fez a cirurgia, mostra imagem sobre o procedimento

Fonte: Correio Popular

Fechar
Veja mais

Prêmio Melhor Tema Livre

30/09/2014

Durante o período de 28 a 30 de agosto de 2014 foi realizado o X Congresso Brasileiro de Cirurgia do Ombro e Cotovelo em Fortaleza CE.

Este congresso conta com a participação de diversos Serviços e Faculdades de Ortopedia e Traumatologia e com os melhores cirurgiões do ombro e cotovelo do Brasil. Nele existe Conferencias internacionais e apresentações de diversos Temas Livres de todas as regiões do Pais.

Para ser selecionado a apresentação oral de um Tema Livre; o autor do trabalho deve enviar antecipadamente o resumo para ser analisado por uma comissão julgadora. Essa comissão decidira se o tema Livre tem nível técnico para ser apresentado por palestra oral ou pôster ou simplesmente não ser aceito para apresentação alguma.

O Dr Márcio Alves Cruz, médico Ortopedista e Traumatologista de nosso Hospital, pela terceira vez se submeteu a isso. Foi autor de mais um trabalho cientifico representando o Grupo do Ombro e Cotovelo da Unicamp, constituído por ele, Dr Américo Zoppi Filho, Dr. Guilherme G. Mouraria, Dr. Fernando Kenji, Dr. Renato Zan e Dr Sérgio Coelho. Pelo quarto ano consecutivo foi selecionado para apresentação oral. Essa apresentação consiste na apresentação do Trabalho Cientifico em 6 minutos e após isso tem mais 4 minutos de questionamento feito pela plateia e pela comissão julgadora.

Porem desta vez o desfecho dessa apresentação foi comovente.

Diante de inúmeros Temas Livres vindos das mais diversas cidades e universidades do nosso Pais o trabalho desenvolvido pelo Dr Marcio Cruz foi eleito o “MELHOR TEMA LIVRE- COTOVELO – ARNALDO AMADO FERREIRA FILHO” durante o X CBCOC- Congresso Brasileiro de Cirurgia do Ombro e Cotovelo.

Segue um breve resumo dele:

TRATAMENTO DAS FRATURAS DO UMERO DISTAL TIPO C COM PLACAS BICONDILARES ORTOGONAIS.

Objetivo: Verificar os resultados e complicações em 16 pacientes com fratura TIPO C (AO) do úmero distal tratados por via de acesso posterior com ostetomia do olecrano e osteossíntese do úmero distal com uso de dupla placas bloqueadas colocadas em posição ortogonal.

Material e Método: entre 2008 a 2013 tratamos 16 pacientes (5 H: 11 M), idade média =51,4 anos (17-84), tempo entre o trauma e a cirurgia variou de 2 a 21 dias (M=8,25). Utilizamos basicamente o exame radiológico padrão no diagnóstico e classificação da fratura. Em 5 pacientes utilizamos a exame de tomografia computadorizada com reconstrução em 3D para melhor estudo da fratura. Em 12 pacientes a causa principal foi queda ao solo, em 3 pacientes foi acidente de moto e em1 paciente, acidente de patins. Em todos realizamos via de acesso posterior ao cotovelo com osteotomia do olecrano para melhor exposição da fratura, dissecção do n. ulnar e uso dupla placa bloqueada colocadas em posição ortogonal. Todos pacientes foram avaliados radiológica e clinicamente pela escala MEPS (Mayo Elbow Performed Score) após período compreendido entre 2 meses a 4 anos e 8 meses.

Resultados: 3 pacientes tiveram praxia do nervo ulnar (21,4%) . Em dois houve regressão espontânea. Um paciente teve que ser submetido a neurolise após 1 ano e 6 meses. Um paciente apresentou fratura acima da dupla placa após nova queda (12,5%). Um paciente evolui com pseudartrose da fratura e soltura da síntese do olecrano. Submetido a nova cirurgia após 2 meses com colocação de placa bloqueada de olecrano e enxertia, evoluiu com infecção sendo necessária a retirada do material de síntese após 2 meses desta ultima abordagem. Em dois foi necessário a retirada da banda de tensão do olécrano. O protocolo de reabilitação, com mobilidade articular precoce era iniciado nos primeiros dias após a cirúrgia. O resultado final do tratamento avaliado pela MPES foi: bom e excelente em 11 pacientes (60,7%). Cinco pacientes tiveram resultados regulares ou mau. Em 2 pacientes foi necessário a retirada do material de síntese por desconforto após 2 anos da cirurgia.

Conclusão: O tratamento das fraturas do úmero distal tipo C, como de outras fraturas articulares, é difícil ecomplexo. Restabelecer a anatomia, realizar síntese rígida, permitindo mobilização precoce é primordial na obtenção de bons resultados.

Fechar
Veja mais

Na “noite da gratidão”, trabalhadores da saúde são homenageados pelo Sinsaúde e Câmara Municipal

22/05/2014

Cerca de 1.500 pessoas lotaram o salão da Sociedade Hípica de Campinas, nesta quinta-feira (22) para prestar homenagem aos 82 trabalhadores da saúde escolhidos para receber o título de Profissional da saúde 2014 e o diploma Anna Nery pelos relevantes serviços prestados. A solenidade que ficou marcada como “a noite da gratidão” teve como foco o reconhecimento pela atuação destes trabalhadores que fazem seu trabalho com amor e não deixam a população desassistida.

“Esta noite, a cidade de Campinas agradece aos profissionais da saúde pela sua dedicação e compromisso. Aceitem nosso abraço carinhoso, pois somos transmissores do que a população da saúde sente por vocês”, destacou o presidente da Câmara Municipal, o vereador Campos Filho.



Além do presidente do Legislativo, compuseram a mesa da solenidade os vereadores Thiago Ferrari e Jorge da farmácia; o autor do projeto de Lei que deu origem ao Dia do Trabalhador da Saúde, Dário Saadi; o médico Simão Raskin, diretor do Sindhosp; Patrícia Batista dos Santos Rotella, gerente de empresas da Caixa Econômica Federal; Luiz Vergara, vereador por Franca e diretor de imprensa da Federação da Saúde; Leide Mengatti, vice-presidente do Sinsaúde e diretora do ISI - Educação e Cultura e Edison Laércio de Oliveira, presidente do Sinsaúde Campinas e Região.

Já a vice-presidente do Sinsaúde lembrou que o de festa e comemorações também deveria ser utilizado para uma reflexão sobre os problemas que a categoria enfrenta atualmente. “No século 19 a Santa Casa de Campinas enfrentava uma epidemia de febre amarela e agora a situação se repete com a dengue. De lá pra cá muita coisa mudou, mas será que o mesmo aconteceu com as condições de trabalho dos profissionais da saúde? Recentemente tivemos dois grandes hospitais de Campinas em greve por falta de funcionários e condições de trabalho. Até quando?”, desabafou Leide Mengatti.


Na mesma linha de reflexão discursou o autor do projeto de Lei do Dia do Trabalhador da Saúde. “Precisamos valorizar aqueles que sofrem as consequências da crise no sistema privado de saúde, onde trabalhadores atuam com sobrecarga e condições ruins de trabalho” destacou Dário Saadi.



O diretor de imprensa da Federação da Saúde e vereador da cidade de Franca, Luiz Vergara tratou sobre um assunto de interesse da categoria que é a aprovação do Projeto de Lei 2.295/2000, que estabelece a jornada de 30 horas semanais para a enfermagem. O legislador esteve em Brasília no dia anterior em uma comissão para discutir PL e ouvir as lideranças políticas. “Os trabalhadores não podem mais sofrer com a dupla e a tripla jornada e por isso é urgente a aprovação das 30 horas. Ontem recebemos o apoio unânime dos parlamentares para a votação da proposta que está há 14 anos, agora vamos todos cobrar para que a presidente Dilma cumpra a sua promessa e assine o projeto que vai beneficiar mais de 2 milhões de trabalhadores”, finalizou Vergara.

O presidente do Sinsaúde Campinas e Região, Edison Laércio de Oliveira, destacou a importância da categoria da saúde para a população. “Em geral só nos lembramos desses trabalhadores quando precisamos. Este evento tem por objetivo lembrar que existe um exército de profissionais que fica sempre a postos dia e noite para cuidar da saúde daqueles que fazem a grandeza do Brasil. E é por isso que jamais vou esmorecer. Vou lutar até o fim por respeito, valorização e salários dignos”, ressaltou o presidente.

Fechar
Veja mais

Casa de Saúde de Campinas 'esconde' até túnel

18/05/2014

Prédio que é um dos maiores patrimônios de Campinas guarda tesouros para as novas gerações

Quem passeia pela região central de Campinas fica admirado, ali pelo Largo São Benedito, com o prédio belíssimo da Casa de Saúde, importante patrimônio arquitetônico da cidade. Mas, do lado de dentro, a instituição guarda detalhes que remetem a episódios marcantes do passado. Poucos campineiros sabem, por exemplo, que o complexo hospitalar (que toma duas quadras inteiras) guarda um túnel de quase 30 metros de extensão, por onde se carregavam corpos da enfermaria ao antigo necrotério. Lá dentro, os visitantes também se encantam com o requinte da capela no saguão central, ou com o sino, centenário, preservado nos arredores do atual refeitório.

O funcionário José Pedro de Almeida no túnel "secreto": acesso era usado para evitar exposição de corpos na rua

Visitar o hospital é viajar ao passado, ser apresentado a uma Campinas religiosa, ordeira, respeitosa. Muito diferente da conturbada metrópole de hoje em dia.



O túnel é um símbolo dos valores sociais de antes. Sabe-se que a Casa de Saúde nasceu como ambulatório improvisado, em um prédio construído para ser espaço cultural da colônia italiana, e que a vocação para a assistência médica chegou com a terrível epidemia de febre amarela, que quase varreu Campinas do mapa no final do século 19.



Se tomava, naquele tempo, o cuidado de não expor os cadáveres. O corpo do falecido era colocado em uma espécie de padiola e levado por enfermeiros até a quadra vizinha. Temia-se, certamente, o alastramento da doença maligna. Mas a medida, pelo que se sabe, não tinha finalidade sanitária. Era, na verdade, um simples procedimento de respeito aos mortos. “Nem se imaginava transportar um cadáver pela rua”, diz a presidente do hospital, Maria Odette Ferrari Pregnolatto. Mas sabe-se que o espaço (até hoje desconhecido) ainda vai despertar a curiosidade de pesquisadores interessados em vasculhar capítulos da história campineira.

Hoje em dia, não existem mais os acesso originais ao túnel. O caminho começava bem no ponto onde existe a guarita da Rua Duque de Caxias. Na outra extremidade, a saída foi bloqueada com piso de cimento, diante do imóvel onde funciona a lavanderia. O prédio do necrotério original (que existe até hoje e faz frente para a Rua General Marcondes Salgado) serve como depósito de materiais.

Mas ainda é possível, sim, entrar no túnel por um alçapão, nos fundos do terreno onde a Casa de Saúde constrói um edifício de oito andares, para expansão de suas próprias instalações.


Descendo pelo alçapão por uma escada, a reportagem do Correio andou pelo vão escuro, com quase três metros de altura, com piso e paredes revestidas com cimento rústico. Mas o espaço — misterioso para quem é de fora — já era bem conhecido por gente como José Pedro de Almeida, funcionário da instituição há 25 anos. Ele conta que o velho túnel acabou adaptado, com o tempo, para a instalação de redes hidráulica e elétrica. E que ele mesmo desce até lá para eventuais manutenções.


Mas, lógico, o que mais diverte o cidadão é falar dos causos antigos, contados por gente que, inclusive, partiu desta vida. O túnel, fala Almeida, alimentou lendas, histórias de assombração. “Contavam que os fantasmas das freiras trabalharam no hospital apareciam por aqui. Sinistro”, gargalha.

Sino centenário era o ‘jornal’ do passado

.

Os visitantes que caminham nas imediações da cozinha do hospital param para ver o velho sino afixado na parede do corredor. Ninguém sabe dizer quando, exatamente, ele foi fabricado. As letras BVG, gravadas no metal, na certa remetem ao nome de quem fez a fundição. Os documentos antigos — como a revista de 1971 que celebrou o aniversário da Casa de Saúde — dizem que a peça pesadíssima, com ricos adornos, fazia parte da decoração da capela, e era usado pela comunidade inteira para anunciar nascimentos, mortes, acontecimentos importantes. No tempo da “gazeta de bronze”, as notícias eram interpretadas de acordo com a frequência, a tonalidade e o vigor das batidas. Hábitos do Brasil Colônia, que desapareceram com o
tempo. 

SAIBA MAIS

Os campineiros das novas gerações não sabem disso. Mas lá dentro da Casa de Saúde foi construída em outros tempos uma réplica em menor escala da gruta de Lourdes, espaço onde — acreditam os católicos — Nossa Senhora conversava com uma camponesa francesa chamada Bernardete, em meados do século 19. A gruta campineira foi instalada ao lado da antiga farmácia do antigo Circolo, como ação de graças pelo atendimento prestado a uma pessoa da família Almeida Prado. Acontece que o espaço não existe mais. Como o hospital precisava crescer, foi construído no lugar, em 2002, o setor da litotripsia para tratamento de cálculos renais. (RV/AAN)

Fechar
Veja mais

Casa de Saúde faz 133 anos nesta quinta

17/04/2014

Entre os planos, reabertura da maternidade até o final deste ano e a conclusão do novo prédio

Uma missa celebrada na manhã de ontem marcou as comemorações que serão completadas com uma apresentação no sábado (19), na escadaria central da entrada do prédio, de um coral formado por 56 crianças da entidade assistencial Resgatando Valores, adotada pela instituição médica.



A presidente Maria Odette Ferrari Pregnolatto, está à procura de investidores para estabelecer parcerias.
Foto: Dominique Torquato/AAN


Há anos mergulhada numa crise financeira decorrente da construção de um novo prédio, o desafio de tirar o hospital da UTI está sendo enfrentado com empenho pela diretoria comandada pela advogada Maria Odette Ferrari Pregnolatto.

Nesse período de um ano e meio de gestão, a nova equipe já conseguiu amortizar 15% da dívida de R$ 37 milhões deixada pela administração anterior com bancos, acordos judiciais e fornecedores.

Segundo a presidente, mensalmente a Casa de Saúde empenha de R$ 600 mil a R$ 700 mil para o pagamento da dívida.

 

A negociação feita na época atrelou o financiamento bancário para a obra ao faturamento obtido com a Unimed, que gira em torno de R$ 500 mil por mês na média.


O estilo da construção no estilo neoclássico foi mantido: preservação.
Créditos: Janaina Ribeiro/ AAN


“Nosso patrimônio está avaliado em R$ 500 milhões, mas a gestão anterior penhorou o faturamento da Unimed. Não fosse isso, o hospital estaria numa situação financeira saudável, pois ele se sustenta plenamente com seu faturamento médio variável entre R$ 2 milhões e R$ 2,5 milhões, mas com a dívida, a receita fica comprometida”, revela a presidente.

Ela ainda destaca que a Casa de Saúde é o segundo maior faturamento da Unimed em um universo de 70 hospitais.

Para viabilizar um acordo com o Banco Bic, com o qual foi contraído o empréstimo na gestão anterior, Maria Odette revela que tanto ela como outros membros da diretoria deram um aval pessoal para “poder faturar para a gente”, diz.

A diretoria também está à procura de investidores para estabelecer uma parceira com a instituição e poder assim concluir a obra, equipar o prédio e incrementar as especialidades médicas oferecidas.

“Nossa ideia é transferir os serviços de imagens para o térreo do novo prédio, instalar uma maternidade lá, ampliar nossas UTIs e implantar a quimioterapia”, revela.

Apesar das dificuldades, a administração atual conseguiu investir nesse período de um ano e meio cerca de R$ 2,5 milhões em benfeitorias estruturais, equipamentos e mobiliário moderno.

Parte desse montante — R$ 700 mil — foi usado na reativação da UTI pediátrica.

Outros R$ 950 mil foram aplicados na nova enfermaria pediátrica com nove leitos, reaberta recentemente com berços, camas e equipamentos modernos.

O restante foi destinado a aquisição de equipamentos como uma máquina nova para aplicação em tratamentos da próstata, entre outros.

Planos

Planos não faltam para a nova diretoria. Entre eles estão a reabertura da maternidade até o final deste ano e a conclusão do novo prédio para o qual ainda faltam cerca de R$ 30 milhões, segundo o diretor financeiro da Casa de Saúde, José Eduardo Cobucci.


“O prédio tal como está é avaliado em cerca de R$ 70 milhões e a obra está concluída em 75%, mas temos de buscar investidores ou parcerias para terminar a parte física e poder equipar a nova unidade.

Uma vez viabilizada a abertura, as novas instalações terão 80 leitos, novas UTIs e exames de alta complexidade.

“A nossa expectativa é instalar uma sala de hemodinâmica para cirurgia cardíaca e procedimento endovascular minimamente invasivo”, adianta.

SUS

Como instituição de utilidade pública, a Casa de Saúde destinou recentemente 26 leitos para atendimento de pacientes do Serviço Único de Saúde (SUS) em acordo firmado com a Prefeitura de Campinas.

Porém, esses leitos são utilizados somente para tratamentos clínicos a partir dos pedidos da central de vagas que coordena e distribui os pacientes em âmbito regional.

A Casa de Saúde não atende pacientes do SUS pelo Pronto-Socorro.

De acordo com Cobucci, a receita obtida pelo SUS representa menos de 10% do faturamento da Casa de Saúde.

Especialidades atendidas na Casa de Saúde

:
Anestesia


Anatomia Patológica


Clínica Médica


Cardiologia


Cirurgia Geral


Cirurgia Pediátrica


Cirurgia Cardiovascular


Cirurgia Plástica


Cirurgia Torácica


Ginecologia e Obstetrícia


Hemoterapia


Nefrologia


Neurologia/Neurocirurgia


Oftalmologia


Oncologia 
Ortopedia/Traumatologia


Otorrinolaringologia


Patologia Clínica


Pediatria


Pneumologia


Urologia


UTI Adulto


UTI Pediátrica

Fechar
Veja mais

Inauguração nova ala pediátrica

10/04/2014

Hoje foi um dia muito especial para a Casa de Saúde Campinas.

Nossa nova ala pediátrica, foi aprovada pela vigilância sanitária com votos de louvor.

Nesta tarde, quatro pequeninos pacientes já ocuparam alguns leitos.

Parabéns a todos os funcionários, médicos e diretoria envolvidos nesta obra muito importante para a sociedade.

A nova estrutura conta com 09 leitos totalmente reformados, com novos mobiliários e equipamentos de alta tecnologia.


Fechar
Veja mais

'GPS cerebral' é usado em cirurgia na Casa de Saúde

iG Paulista - 04/01/2014

Pela primeira vez, o centro cirúrgico da Casa de Saúde de Campinas realizou uma neurocirurgia para remoção de um tumor cerebral com o auxílio de um neuronavegador cerebral. Considerado um “GPS” na navegação pelo cérebro, o equipamento — avaliado em torno de R$ 1 milhão — guia o neurocirurgião por imagens e torna o procedimento cirúrgico menos invasivo, elevando a precisão na retirada de tecidos lesionados sem afetar as partes sadias da área.

A orientação do equipamento é feita com imagens tridimensionais do cérebro do paciente a partir de uma ressonância magnética feita antes da cirurgia, explica o neurocirurgião Demetrius Kasab Abrahão, coordenador do Departamento de Neurocirurgia da Casa de Saúde e responsável pela neurocirurgia com o equipamento, realizada no dia 11 de dezembro em uma paciente de 40 anos.

Sucesso

A mulher tratava de câncer de mama havia quatro meses e desenvolveu um tumor no cérebro, anomalia que foi completamente removida com sucesso com o uso do neuronavegador e de um aspirador ultrassônico, ambos locados pelo hospital para a realização das intervenções. Além da precisão do uso das imagens na orientação dos instrumentos cirúrgicos, o auxílio do aspirador, aparelho que remove o tecido doente com mínimas lesões dos vasos cerebrais, também teve peso importante no sucesso do procedimento.

O equipamento permite que áreas profundas e nobres do cérebro sejam acessadas para a retirada de tumores sem o risco de lesões. A cirurgia demandou quatro horas de trabalho, metade do tempo de um procedimento cirúrgico convencional, compara Abrahão, que é neurocirurgião há 18 anos e já usou a tecnologia em outras dez cirurgias, inclusive em crianças. E com a paciente operada em dezembro não foi diferente. Livre da doença ela começa 2014 com saúde.

Recuperação

“A paciente teve uma ótima recuperação e passa bem. Não houve nenhuma sequela”, comemora o neurocirurgião. Em cirurgias dessa natureza é comum a ocorrência de sequelas como alteração de fala e movimento, risco que é praticamente eliminado com o auxílio do neuronavegador.

Abrahão conta que o equipamento é americano e que ele se aprimorou no uso da tecnologia em 2012 em um congresso de neurocirurgia realizado em Chicago (EUA). Em Campinas o neuronavegador é usado em pouquíssimos centros cirúrgicos, o que eleva à Casa de Saúde a um padrão de neurocirurgia de primeiro mundo. Outros dois procedimentos com uso de neuronavegador já estão agendados no hospital.

O setor de neurocirurgia da Casa de Saúde está utilizando novas tecnologias cirúrgicas nos próximos procedimentos de tratamento de coluna, tumores cerebrais e Mal de Parkinson. Em média são realizadas de três a quatro neurocirurgias por semana na Casa de Saúde.

Link para a matéria

Fechar
Veja mais